Acho importante observarmos que a tecnologia, por si só, não é boa nem má. Como qualquer outro instrumento construído culturalmente, o que faz a diferença é a utilização que o ser humano faz dela. O mesmo avião que transporta pessoas, unindo-as fisicamente, apesar das distâncias, transporta bombas atômicas que matam essas pessoas.
Percebo que o meu percurso profissional fez com que eu nunca fizesse a pergunta "o computador vai substituir o professor?", tão comum nos meios educacionais, pois sempre o vi como uma máquina cuja função é processar informações e penso que a função do professor não é transmitir informações acumuladas para alunos que as recebem e as acumulam passivamente. Acredito que o papel do professor é o de "provocador", motivador, estimulador, facilitador, mediador, para que cada aluno descubra e desenvolva o seu potencial - racional, emocional, corporal, social e espiritual - e seja feliz.
Alguns educadores temem que o computador substitua o livro. Outros temem ser substituídos por ele. Os educadores de hoje, afinal, foram educados em uma sociedade não tão tecnológica e na sua formação profissional não tiveram a oportunidade de vivenciarem ambientes computacionais e refletirem sobre eles - nem mesmo nos cursos universitários.
Então, o que se faz, na maioria das vezes, para atender à demanda da sociedade, é adaptar o uso do computador na escola àquela forma antiga de se trabalhar nela: transmissão e decoreba .
O que o computador e outras tecnologias, como televisão e vídeo, podem fazer nas escolas depende, essencialmente, da concepção do educador sobre o processo ensino-aprendizagem e de como ele vivencia a sua prática pedagógica. Pode-se utilizar o computador como uma excelente máquina de ensinar ou como mais uma ferramenta pedagógica dentro de um ambiente de aprendizagem que favoreça a construção do conhecimento pelo aluno.
Percebo que o meu percurso profissional fez com que eu nunca fizesse a pergunta "o computador vai substituir o professor?", tão comum nos meios educacionais, pois sempre o vi como uma máquina cuja função é processar informações e penso que a função do professor não é transmitir informações acumuladas para alunos que as recebem e as acumulam passivamente. Acredito que o papel do professor é o de "provocador", motivador, estimulador, facilitador, mediador, para que cada aluno descubra e desenvolva o seu potencial - racional, emocional, corporal, social e espiritual - e seja feliz.
Alguns educadores temem que o computador substitua o livro. Outros temem ser substituídos por ele. Os educadores de hoje, afinal, foram educados em uma sociedade não tão tecnológica e na sua formação profissional não tiveram a oportunidade de vivenciarem ambientes computacionais e refletirem sobre eles - nem mesmo nos cursos universitários.
Então, o que se faz, na maioria das vezes, para atender à demanda da sociedade, é adaptar o uso do computador na escola àquela forma antiga de se trabalhar nela: transmissão e decoreba .
O que o computador e outras tecnologias, como televisão e vídeo, podem fazer nas escolas depende, essencialmente, da concepção do educador sobre o processo ensino-aprendizagem e de como ele vivencia a sua prática pedagógica. Pode-se utilizar o computador como uma excelente máquina de ensinar ou como mais uma ferramenta pedagógica dentro de um ambiente de aprendizagem que favoreça a construção do conhecimento pelo aluno.
Waléria Cardoso – TIC 1.1
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